terça-feira, 31 de maio de 2011

Fórum de Qualidade de Vida, Atividade Física e Política Pública na Unicamp

Fórum promove interface entre qualidade de vida, atividade física e política pública

A atividade física precisa ser incorporada à vida das pessoas. Devido, principalmente, aos maus hábitos alimentares e à falta de exercícios físicos, quase metade da população brasileira está acima do peso. A assertiva - baseada no dado divulgado pelo Ministério da Saúde no mês passado - é da professora Maria Inês Monteiro, da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp. Ela alertou para os elevados custos que os maus hábitos de vida da população podem trazer para a sociedade. Inês Monteiro abriu na manhã desta quinta-feira (26/05), no Centro de Convenções da Unicamp, o Fórum Permanente de Esporte e Saúde que dis cutiu a interface entre a qualidade de vida, atividade física e política pública.

Em sua opinião, as pessoas que não tem hábitos de vida saudáveis estão cada vez mais suscetíveis ao estresse e às doenças cardiovasculares. “Assim como eu não saio de casa sem tomar banho, eu não deveria passar o dia sem fazer atividade física”, propôs durante o evento, que foi organizado pela Coordenadoria Geral da Unicamp (CGU), Faculdade de Educação Física (FEF), FCM, Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM) e Centro de Saúde da Comunidade (Cecom).

Para Gustavo Gutierrez, da FEF, é crescente o interesse pelo campo de pesquisa em qualidade de vida Para um dos organizadores do Fórum, o professor Gustavo Luis Gutierrez, do Grupo de Estudo e Pesquisa da Atividade Física e Qualidade de Vida da FEF, é crescente o interesse pelo campo de pesquisa nesta área.

Trabalhando com o tema há 10 anos, Gutierrez explica que as pesquisas em atividade física e qualidade de vida devem municiar o poder público na criação de mecanismos efetivos para melhorar a vida do cidadão. “Há 10 anos, o conhecimento sobre qualidade de vida estava muito desorganizado. Hoje, houve uma sistematização e o interesse tem se mantido em alta. É uma interface que cresce e você acaba atingindo a administração pública que antes não estava tão presente”, conta.

Também participaram da abertura do Fórum, Carmen Zink Bolonhini, assessora da CGU e Angela Maria Bacha, diretora associada do CAISM.

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FONTE: http://www.cgi.unicamp.br/unicamp/divulgacao/2011/05/26/forum-promove-interface-entre-qualidade-de-vida-atividade-fisica-e-politica-pu

segunda-feira, 9 de maio de 2011

O ESTRESSE BOM E O ESTRESSE MAU

O ESTRESSE BOM E O ESTRESSE MAU


O estresse, do inglês “stress”, já foi definido como o mal da atualidade. A agitação, a insegurança e as exigências da vida moderna mantêm o indivíduo em permanente tensão em decorrência das pressões vindas do ambiente. O estresse, então, pode ser definido como a reação do organismo a essas pressões que o ambiente impõe ao indivíduo.

O adjetivo “estressado” passou a ser sinônimo de nervoso, instável, desequilibrado, agressivo, etc. Entretanto, ao contrário do que muita gente pensa, o estresse tem a função natural de preparar a pessoa para agir diante de situações extraordinárias surgidas no cotidiano. Ele produz maior capacidade de concentração, mais força e mais agilidade.

Quando se precisa raciocinar, estar atento, agir rapidamente, calcular riscos, o organismo precisa passar por algumas transformações: exige maior quantidade de oxigênio na corrente sangüínea, maior volume de sangue no interior dos músculos e mais velocidade do aparelho circulatório, o que, conseqüentemente, gera respiração ofegante, palidez e aceleração das batidas do coração e outros sintomas próprios de quando se está diante de uma situação entendida como de risco.

Tais mudanças orgânicas ocorrem por força da adrenalina que automaticamente é injetada na corrente sangüínea, pelas glândulas supra-renais, quando o cérebro interpreta uma situação como sendo de risco ou que, mesmo não sendo de risco, requer preocupação. Na dose certa, o estresse prepara o indivíduo para enfrentar tal situação.

Por outro lado, o estresse se torna uma doença quando há um entendimento de se estar permanentemente numa situação que exige atenção especial (ausência de relaxamento) – ou diante de situação de risco imaginário – e o organismo passa a trabalhar o tempo todo sob efeito da adrenalina.

É preciso que se adote práticas que ajudem a eliminar esse mal, como cultivar hábitos saudáveis, investir no autoconhecimento, relaxar, ter uma atitude mental positiva diante das pessoas e do cotidiano; é preciso se relacionar bem com as pessoas do círculo de convivência, ser benevolente e cooperativo, enfim, é preciso que se procure estar de bem com a vida.

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FONTE: http://www.recantodasletras.com.br/ensaios/1510923
Autor: João Figueiredo

terça-feira, 3 de maio de 2011

Pesquisa mostra que 86% dos brasileiros com acesso à internet pesquisam informações sobre saúde. Mas apenas 25% confere a fonte.

Pesquisa mostra que 86% dos brasileiros com acesso à internet pesquisam informações sobre saúde. Mas apenas 25% confere a fonte.

Quando a internet começou a se consolidar como uma alternativa para pesquisas e troca de informações, há mais de dez anos, o grande desafio era ampliar o acesso à rede.

Agora, com cerca de dois bilhões de usuários, o desafio é outro. O internauta precisa aprender a filtrar as informações que acessa e identificar o que realmente é confiável.

Isso é particularmente importante quando se trata de informações sobre saúde. “O internauta pode interpretar erroneamente seus sintomas, levando a uma corrida por exames e até tratamentos desnecessários. Ou o contrário, pode subestimar seu problema”, afirma Sneh Khemka, diretor médico da Bupa Internacional.

A instituição divulgou nesta terça-feira, dia 4, a pesquisa Bupa Health Pulse, realizada pela London School of Economics (LSE), na qual 12.262 pessoas de 12 países foram entrevistadas. O levantamento ouviu 1.005 brasileiros e constatou que 86% dos que tinham acesso à internet utilizam a rede para buscar orientações sobre saúde, remédios e suas condições médicas. No entanto, apenas 25% deles também verificam a fonte dos dados.

“É necessário conferir as fontes para atestar a qualidade do conteúdo. Nesse sentido, vale verificar quem é o autor ou organização responsável pelo website e checar quando as informações foram atualizadas pela última vez”, afirma David McDaid, pesquisador sênior da LSE.

Campeões em pesquisas pela internet

Conheça os países que lideram o ranking de pesquisas sobre saúde pela internet
Bupa Health Pulse

O uso da internet

Os dados revelam ainda que 68% dos brasileiros buscam online informações sobre medicamentos, 45% procuram se informar sobre hospitais e 41% querem conhecer na internet experiências de outros pacientes com determinado problema de saúde.

Os resultados mostraram que a maioria (57%) dos brasileiros gostaria de poder renovar suas prescrições de tratamentos pela internet, enquanto 55% gostariam de usar a rede para marcar as consultas e 54% mostram interesse em acessar seus prontuários médicos ou resultados de testes online.

Atualmente, 23% marcam consultas, acessam seus prontuários médicos e resultados de testes pela internet.

Redes sociais

Entre os jovens, as redes sociais são muito utilizadas para compartilhar dúvidas sobre saúde. Cerca de 25% dos jovens com idade entre 18 e 34 anos usou redes como Facebook e MySpace para publicar comentários e perguntas sobre o tema. O número cai bastante conforme a idade aumenta.

Dicas

A rede mundial de computadores pode ser uma ferramenta útil no campo da saúde, se bem utilizada. Na hora de escolher o médico, por exemplo, ela pode auxiliar o paciente na consulta à lista do conselho federal ou regional de medicina. A internet pode inclusive ajudar a detalhar as diferenças entre psicólogos, psiquiatras e psicanalistas, assim é possível definir o que pode ser melhor para você.

A Buca International aponta quatro tópicos fundamentais para garantir a qualidade das informações sobre saúde pesquisadas na internet.
Pesquisa refinada – Seja o mais específico possível na hora da pesquisa, pois isso aumenta a chance de encontrar rápido aquilo que procura;

Busque a fonte – Por mais promissor que pareça o site, verifique sempre a fonte da informação. Procure por selos de qualidade, que atestam a confiabilidade de instituições independentes. Também leia a seção “A nosso respeito” dos sites, na qual deve constar quem é o responsável pelo site e quem são os autores das informações publicadas nele.

Informação pode ter validade – Verifique a data em que a informação foi publicada. Os constantes avanços da ciência podem desatualizar rapidamente uma informação sobre tratamentos ou medicações;
Fale com o médico - Por mais confiável que seja a informação encontrada, se você estiver com algum problema de saúde deve buscar a orientação do seu médico e não se automedicar.

Fonte: Portal IG

domingo, 1 de maio de 2011

Mundial de Taekwondo no SporTV

Mundial de Taekwondo no SporTV

Vai ter a transmissão ao vivo do Campeonato Mundial de Taekwondo pelo SporTV.
Começa na madrugada deste Domigo para Segunda e segue nas demais madrugadas até a de Quinta para Sexta-feira, sempre de 02:15 até às 04:30.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Você Conhece o Tchoukball?

Você Conhece o Tchoukball?
Autor: Fernando Prota em 25-04-2011.

O que acontece quando misturamos o vôlei com a pelota basca e o handebol? Acrescente fundamentos do handebol. Adicione a dinâmica, emoção e competitividade do basquete e futebol. Agora, misture tudo com respeito, liberdade e paz. Esse é o TCHOUKBALL.

O esporte da paz, o esporte de alto rendimento, esporte recreação, esporte adaptado... ESPORTE PARA TODOS.

A ABTB - Associação Brasileira de Tchoukball, promove no próximo dia 30 de abril dois cursos destinado a profissionais e estudantes de educação física e aficionados pelo esporte:

Curso Básico - Para quem não conhece ou está iniciando no esporte, abordaremos desde as questões mais básicas, como surgiu, seus princípios até dicas de como desenvolver esse esporte nas aulas de educação física, escolinhas de esporte e treinamento escolar.

Curso de Arbitragem - Para quem já pratica e deseja compreender melhor o jogo, mas principalmente para formar árbitros com certificação nacional e poder atuar em todos os jogos e eventos de âmbito nacional.

sábado, 23 de abril de 2011

FELIZ PASCOA A TODOS DO BLOG!!



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Mega Eventos: O Brasil está pronto ??

A Copa do Mundo de 2014 não está muito longe e reclamações sobre atrasos nas obras são várias. Na semana passada, foi a vez de o rei Pelé afirmar que o país está correndo um grande risco de passar vergonha por causa desses atrasos. Pelé disse também que a situação dos aeroportos é a que mais assusta.

Logo depois da declaração do rei, o Comitê Organizador da Copa se pronunciou, concordando com as críticas, e a Infraero informou que fará os investimentos necessários para atender a demanda de passageiros até a data do evento e que diversas obras já estão em andamento.

Essa situação é sintomática: o Brasil tem que se ajustar para dar conta de responder às necessidades colocadas pela Fifa, para a realização do Mundial. E não pode demorar. Para este caso real de um megaevento esportivo, que tem os olhos de todo o planeta voltados para ele -, os discursos não bastam.

É preciso acontecer. E mais, o ideal é que aconteça com olhos voltados para o futuro. Isso é, a Copa do Mundo deve ser vista como um meio para que o país projete coisas boas para o amanhã, e não como fim em si mesmo. Aconteceu e acabou.

Em artigo publicado no Portal 2014 / Tudo sobre a Copa 2014!, o economista chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges, fala das vantagens socioeconômicas de um país sediar um megaevento esportivo como esse e destaca, baseado em estudos, os pontos em comum que fizeram com que Barcelona e Sydney se tornassem exemplos de cidades bem-sucedidas depois de receber acontecimentos dessa natureza.

Segundo Borges, foram cruciais para o sucesso dessas duas cidades: “Planejamento prévio (para reduzir a construção de obras a toque de caixa, a custo significativamente mais elevado); investimentos muito mais focados em infraestrutura urbana do que desportiva; revitalização de áreas urbanas degradadas; e promoção turística da cidade / país no exterior.

Partindo dessas premissas, só aumenta a preocupação de que o Brasil não tenha o mesmo reconhecimento das cidades citadas. Afinal, os quatro itens pontuados pelo economista não têm sido o forte do nosso país. Principalmente, no que se refere ao planejamento, peça-chave de todo projeto exitoso. Basta lembrar que, até o momento, ainda não está decidido qual estádio abrigará a abertura do evento.

A infraestrutura urbana também é outra carência das nossas grandes metrópoles, especialmente no que se refere ao transporte (ônibus e metrô) e às estruturas viárias problemáticas, que convivem com insuportáveis engarrafamentos e inundam em épocas de chuvas. Outro desafio é a adequação do setor de serviços e de turismo, que precisa estar globalizado. Isso é, precisamos conseguir atender os turistas, não só em leitos, mas em línguas. Temos que investir também em segurança.

Por isso, é imprescindível a aceleração urgente do passo das obras e a correção do que já vem se mostrando complicado afinal, ainda temos tempo, apesar de pouco. Atentemos que, antes do Mundial, teremos a Copa das Confederações, em 2013, e o cenário precisa estar pronto. Lembremos também dos outros dois grandes eventos esportivos que o Brasil sediará: Copa América, em 2015, e as Olimpíadas, em 2016. Todos eles são oportunidades ímpares para projetar nosso país e mostrar ao mundo que temos muito mais do que futebol e carnaval.

Diretor de Comunicação do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG)

FONTE:
http://comprenaplanta.net/2011/04/o-brasil-esta-pronto/