LONDRES – Ingressos para os Jogos Olímpicos já estão à venda
Os torcedores brasileiros que quiserem ir a Londres acompanhar ao vivo os Jogos Olímpicos de 2012 já podem comprar seus ingressos. A Tamoyo, agência credenciada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), é a revendedora oficial de bilhetes para o Brasil. As vendas acontecem somente pela internet, no site www.tamoyo.com.br. Há entradas para todas as modalidades em que o Brasil tenha representantes. A venda é restrita a brasileiros residentes no país.
Como o Rio de Janeiro é sede da próxima edição dos Jogos Olímpicos, a carga de ingressos à disposição dos torcedores cresceu. Para as modalidades em que o Brasil não se classificar, existe a opção de devolução até 15 de dezembro de 2011.
“A carga de ingressos é proporcional ao número de atletas classificados pelo país. Este ano, foi levado em conta o fato de sermos a casa dos Jogos Olímpicos de 2016, como ocorreu com os ingleses durante os Jogos de Pequim 2008”, explica Antônio Carlos Valente, sócio da Tamoyo. A agência é revendedora oficial de bilhetes desde os Jogos de Sidney 2000.
Confira mais detalhes:
- O valor de face do ingresso (preço oficial estipulado pelo COI e pelo Comitê Organizador Londres 2012), convertido de libras esterlinas para reais pelo câmbio do dia, será acrescido de 6% de taxa de operação.
- A entrega dos tickets será feita no Brasil, um mês antes da Cerimônia de Abertura, seguindo o padrão internacional.
- O limite de compra é de quatro bilhetes por sessão, por CPF.
- As formas de pagamento são cartão de crédito Visa e boleto bancário.
- Como em todo o mundo, os compradores brasileiros podem escolher a categoria de ingressos, mas não os assentos específicos.
- Os assentos específicos serão designados pela Tamoyo após recebimento das entradas, em junho de 2012, procurando sempre atender as demandas dos clientes.
- Para os Jogos Paraolímpicos Londres 2012, a revendedora oficial ainda será indicada pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro.
Fonte: Rio 2010
sexta-feira, 18 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
Cursos Gratuitos FPA - Uni Santanna
Estão abertos cursos gratuitos da FPA na Uni Santanna.
Para mais informações, cique no link abaixo:
http://www.fpacursos.com.br/asp/cursosGratis.asp
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terça-feira, 1 de março de 2011
Calendario CBTKD 2011
Para conferir, clique no link abaixo:
http://cbtkd.com.br/attachments/484_versao%20final%20para%20site.pdf
http://cbtkd.com.br/attachments/484_versao%20final%20para%20site.pdf
terça-feira, 12 de outubro de 2010
CBTKD – Afastamento do Presidente e Diretores da Entidade na Mídia
CBTKD – Afastamento do Presidente e Diretores da Entidade na Mídia
Confederação Brasileira de Taekwondo afasta presidente e investiga irregularidades
Responsável por uma medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008, o taekwondo brasileiro está passando por um momento de crise. Na última semana, o presidente da confederação brasileira da modalidade, Jung Roul Kim, foi afastado por uma assembleia extraordinária das federações estaduais acusado de gestão temerária.
“Convocamos a assembleia, conforme determinação das federações, por conta de uma suspeita de algumas irregularidades”, explicou o presidente em exercício, Carlos Fernandes, ao UOL Esporte. “Os presidentes dos estados assumiram a frente da reunião e decidiram pelo afastamento por 90 dias para que fosse feita uma sindicância.”
Agora, a Confederação Brasileira de Taekwondo está passando por uma investigação interna que tem prazo máximo de 90 dias para ser concluído. Segundo o atual mandatário, dificilmente Jung Roul Kim voltará ao cargo. “Logo na assembleia já foram apresentados documentos, muitas provas. Ele teve direto de defesa, mas mesmo assim houve o afastamento.”
“A situação dele está muito complicada. Vai ter de se explicar muito. No dia da reunião, já tínhamos conhecimento de algumas coisas, mas agora estamos descobrindo muitas outra, principalmente depois que pegamos os computadores. A auditoria esta cuidando disso e está caminhando muito bem”, completou.
Carlos Fernandes não quis revelar o teor das irregularidades, para não atrapalhar as investigações, mas acredita que a sindicância deverá ser concluída em até 30 dias. Depois disso, uma nova assembleia será convocada para decidir o futuro de Kim, que foi procurado pela reportagem do UOL Esporte, mas não atendeu o telefone.
Se o mandatário for afastado definitivamente, Fernandes, como vice-presidente eleito, será efetivado no cargo e concluirá o mandato, que começou apenas em 2009 e vai até março de 2013, quando acontecerá uma nova eleição geral na entidade.
Fonte: UOL Esportes
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Presidente da Confederação de Taekwondo é afastado do cargo
Em assembléia com membros de 25 federações do país, realizada na última semana, a diretoria da Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD) resolveu iniciar uma auditoria interna e afastar o presidente Jung Roul Kim por suspeita de fraude e irregularidades no comando da entidade. Além do sul-coreano, que foi vice-presidente por 20 anos e assumiu o novo cargo há um ano e meio, outros dois membros da diretoria foram afastados: o diretor financeiro, Nilber de Souza, e o diretor técnico, Flavio Bang.
Kim terá 90 dias para armar sua defesa e apresentá-la em uma nova assembleia. Carlos Fernandes, atual presidente em exercício, no entanto, não acredita no retorno do sul-coreano. Segundo ele, a auditoria já conseguiu reunir documentos suficientes para comprovar irregularidades da gestão.
- Foram apresentados documentos, duplicatas e recibos que mostram um superfaturamento. Na verdade, confesso que não posso falar muito sobre isso, para não atrapalhar a auditoria. Mas as irregularidades foram apuradas e por isso foi pedido o afastamento, para que não atrapalhe. Contratamos uma empresa que já está fazendo a auditoria. Bloqueamos os computadores, já assumimos. Já temos documentos suficientes. Quando apresentamos na assembleia, já tínhamos provas das irregularidades, que eram várias. Tanto que foi uma votação unânime – disse Fernandes, que ocupava o cargo de vice-presidente.
Esta é a primeira vez que um brasileiro assume a presidência da confederação, antes sempre comandada por sul-coreanos. Fernandes garante que o caso não prejudicará federações ou atletas.
- Eu não vou deixar. Pelo contrário, vai melhorar. Já seguramos os possíveis parceiros, patrocinadores. Está tudo sob controle. Já conversamos com todos, inclusive com o COB, e está tudo andando bem.
De acordo com o presidente em exercício, foram os membros das federações, insatisfeitos com a gestão de Kim, que solicitaram a assembleia. Segundo o estatuto da modalidade, o vice-presidente assume o cargo automaticamente caso o presidente o deixe antes do fim do mandato. As próximas eleições estão previstas para março de 2013.
Fonte: Globo Esportes
Confederação Brasileira de Taekwondo afasta presidente e investiga irregularidades
Responsável por uma medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008, o taekwondo brasileiro está passando por um momento de crise. Na última semana, o presidente da confederação brasileira da modalidade, Jung Roul Kim, foi afastado por uma assembleia extraordinária das federações estaduais acusado de gestão temerária.
“Convocamos a assembleia, conforme determinação das federações, por conta de uma suspeita de algumas irregularidades”, explicou o presidente em exercício, Carlos Fernandes, ao UOL Esporte. “Os presidentes dos estados assumiram a frente da reunião e decidiram pelo afastamento por 90 dias para que fosse feita uma sindicância.”
Agora, a Confederação Brasileira de Taekwondo está passando por uma investigação interna que tem prazo máximo de 90 dias para ser concluído. Segundo o atual mandatário, dificilmente Jung Roul Kim voltará ao cargo. “Logo na assembleia já foram apresentados documentos, muitas provas. Ele teve direto de defesa, mas mesmo assim houve o afastamento.”
“A situação dele está muito complicada. Vai ter de se explicar muito. No dia da reunião, já tínhamos conhecimento de algumas coisas, mas agora estamos descobrindo muitas outra, principalmente depois que pegamos os computadores. A auditoria esta cuidando disso e está caminhando muito bem”, completou.
Carlos Fernandes não quis revelar o teor das irregularidades, para não atrapalhar as investigações, mas acredita que a sindicância deverá ser concluída em até 30 dias. Depois disso, uma nova assembleia será convocada para decidir o futuro de Kim, que foi procurado pela reportagem do UOL Esporte, mas não atendeu o telefone.
Se o mandatário for afastado definitivamente, Fernandes, como vice-presidente eleito, será efetivado no cargo e concluirá o mandato, que começou apenas em 2009 e vai até março de 2013, quando acontecerá uma nova eleição geral na entidade.
Fonte: UOL Esportes
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Presidente da Confederação de Taekwondo é afastado do cargo
Em assembléia com membros de 25 federações do país, realizada na última semana, a diretoria da Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD) resolveu iniciar uma auditoria interna e afastar o presidente Jung Roul Kim por suspeita de fraude e irregularidades no comando da entidade. Além do sul-coreano, que foi vice-presidente por 20 anos e assumiu o novo cargo há um ano e meio, outros dois membros da diretoria foram afastados: o diretor financeiro, Nilber de Souza, e o diretor técnico, Flavio Bang.
Kim terá 90 dias para armar sua defesa e apresentá-la em uma nova assembleia. Carlos Fernandes, atual presidente em exercício, no entanto, não acredita no retorno do sul-coreano. Segundo ele, a auditoria já conseguiu reunir documentos suficientes para comprovar irregularidades da gestão.
- Foram apresentados documentos, duplicatas e recibos que mostram um superfaturamento. Na verdade, confesso que não posso falar muito sobre isso, para não atrapalhar a auditoria. Mas as irregularidades foram apuradas e por isso foi pedido o afastamento, para que não atrapalhe. Contratamos uma empresa que já está fazendo a auditoria. Bloqueamos os computadores, já assumimos. Já temos documentos suficientes. Quando apresentamos na assembleia, já tínhamos provas das irregularidades, que eram várias. Tanto que foi uma votação unânime – disse Fernandes, que ocupava o cargo de vice-presidente.
Esta é a primeira vez que um brasileiro assume a presidência da confederação, antes sempre comandada por sul-coreanos. Fernandes garante que o caso não prejudicará federações ou atletas.
- Eu não vou deixar. Pelo contrário, vai melhorar. Já seguramos os possíveis parceiros, patrocinadores. Está tudo sob controle. Já conversamos com todos, inclusive com o COB, e está tudo andando bem.
De acordo com o presidente em exercício, foram os membros das federações, insatisfeitos com a gestão de Kim, que solicitaram a assembleia. Segundo o estatuto da modalidade, o vice-presidente assume o cargo automaticamente caso o presidente o deixe antes do fim do mandato. As próximas eleições estão previstas para março de 2013.
Fonte: Globo Esportes
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Avaliação física: saiba como anda a sua equipe
Avaliação física: saiba como anda a sua equipe.
[ por Gilson Brun ]
Você sabe como a sua equipe chegou ao fim do ano em relação à preparação física?
Que parâmetros você utiliza para averiguar se o seu treinamento deu certo? Você se baseia somente nas vitórias ou faz um acompanhamento periódico?
Existem dados do desenvolvimento físico dos seus atletas neste ano que está acabando para que possa analisar os resultados que obteve?
MEDIDA OU AVALIAÇÃO?
Segundo Mathews (1980), medida é o principal meio para se obter informação. Tanto numa situação complexa como numa situação simples, a medida fornece através de processos precisos dados quantitativos que exprimem as qualidades que se deseja medir.
Já a avaliação implica julgamento, estimativa, classificação e é um processo pelo qual, com base nas medidas, pode-se exprimir e comparar critérios. A avaliação julga o quanto foi eficiente o sistema de trabalho adotado.
MONTANDO A BATERIA DE TESTES
Antes de montar a bateria de testes que vamos aplicar em nossa equipe, devemos responder a uma simples pergunta: O que vamos medir? Quais são as valências físicas importantes no nosso esporte?
Devemos também levar em consideração alguns aspectos referentes aos testes:
Padronização - O teste deverá ter instruções claras e precisas para que qualquer pessoa possa aplicá-lo sem problemas.
Confiabilidade ou fidedignidade - Refere-se à consistência da medição de qualquer teste dado. Ou seja, se num teste feito com um grupo de pessoas obtemos determinado resultado, devemos chegar a esse mesmo resultado se o teste for repetido com esse grupo em outra ocasião. Subentende-se, naturalmente, que nesse meio tempo não se fez nada que causasse no grupo qualquer alteração qualitativa em relação ao fator a ser medido.
Validade - O teste deve medir o que é destinado a medir.
Objetividade - O teste deve produzir resultados consistentes mesmo quando aplicado por pessoas diferentes.
Viabilidade - O teste deve ser prático, atendendo à disponibilidade de local e material.
Normas - O teste deve fornecer meios de comparação, como escalas, médias, desvios-padrão, etc.
A ESCOLHA DOS TESTES
Geralmente, o propósito de realizar testes é obter informações quantitativas que possam propiciar uma avaliação do desempenho de cada atleta após determinado período de tempo e também comparações entre os atletas.
Os testes caracterizam-se pela realização de uma tarefa, conduzida em um ambiente que procura simular situações capazes de solicitar predominantemente determinada capacidade.
Testes que envolvem resistência cardiorrespiratória
A resistência cardiorrespiratória é a capacidade do organismo humano de suprir aerobicamente o trabalho muscular, associada à capacidade dos tecidos de utilizar o oxigênio na sustentação do esforço físico intenso e de duração mais ou menos prolongada, em que a energia necessária para a realização desse exercício provém principalmente do metabolismo oxidativo.
Qualquer teste idealizado para solicitar progressivamente maior gasto energético e que exija um esforço físico por um tempo suficientemente longo deverá produzir informações quanto à resistência cardiorrespiratória. Contudo, ao se admitir que a resistência cardiorrespiratória deverá refletir a capacidade do indivíduo em transportar oxigênio associada à sua utilização em nível muscular, tem-se de levar em conta que seus índices variam, dependendo do tipo de atividade que provocou o esforço físico e os grupos musculares envolvidos.
Exemplos de testes que medem a resistência cardiorrespiratória:
1. Teste de 12 minutos ou de Cooper
2. Teste dos 2.400 metros
3. Teste da caminhada de 1.600 metros
4. Teste de Astrand
5. Teste de Harvard
6. Teste de Balke
Como nos testes de resistência cardiorrespiratória o atleta pode atingir esforço máximo, é importante que ele seja antes submetido a um exame médico para avaliar sua condição de saúde em função do esforço que lhe será exigido.
Testes que envolvem força/resistência muscular
Se definirmos força como o nível máximo de tensão que pode ser produzido por um grupo muscular e resistência muscular como a capacidade desse mesmo grupo em manter os níveis máximos de força por determinado período de tempo, as tarefas para a avaliação dessas capacidades serão semelhantes, mas com ênfases diferentes.
A força muscular é, das valências físicas, uma das mais importantes, pois é ela indispensável na realização de qualquer tipo de movimento, do mais elementar ao mais complexo. Já a resistência muscular localizada (R.M.L.) é muito importante para a manutenção e melhoria da qualidade de vida das pessoas.
O Teste de Peso Máximo (T.P.M.), também chamado de Teste de Repetição Máxima, (1.R.M.) é o mais conhecido (e discutido) para se medir a força.
Podemos medir a R.M.L. de três formas, dependendo da variável a ser observada:
a) Fixa-se o tempo e mede-se o número de repetições executadas nesse tempo.
b) Fixa-se o número de repetições e controla-se o tempo necessário para executá-las.
c) Conta-se o número máximo de repetições executadas até a exaustão, de forma contínua.
Como exemplos temos:
1. Apoio de Frente sobre o Solo (Flexão de Braço)
2. Teste de Abdominal
3. Puxada na Barra Fixa
4. Suspensão na Barra Fixa
Testes que envolvem flexibilidade
Entende-se como flexibilidade a capacidade de uma articulação realizar movimentos de uma posição em extensão para uma de flexão e vice-versa, medindo-se o grau de amplitude de movimento dessa articulação.
A flexibilidade pode ser medida de três formas:
a. Medida angular - Mede-se a flexibilidade por meio de instrumentos específicos, como o goniômetro e o flexômetro, que nos fornecem os valores em graus. Contudo, ao utilizarmos esses aparelhos não podemos ignorar o aparecimento de alguns problemas metodológicos que podem prejudicar a medição.
b. Medida linear - Com trenas metálicas ou réguas, mede-se a flexibilidade pela distância de um ponto do corpo a um ponto de referência. O melhor exemplo para sabermos a medida linear é o teste de "sentar e alcançar", de Wells, também conhecido como Teste do Banco de Wells.
c. Medida admensional - Mede-se a flexibilidade através de valores dados às observações feitas pelo avaliador sobre as amplitudes dos movimentos realizados. Um dos testes utilizado é o Flexiteste de Pavel e Gil.
Testes que envolvem velocidade
Entende-se velocidade como a capacidade de realizar movimentos sucessivos e rápidos, de um mesmo padrão, no menor tempo possível. A avaliação da velocidade tem provocado alguns questionamentos, pois tem uma grande relação com testes que evidenciam outras capacidades, como a potência e a agilidade.
Existem dois tipos de velocidade:
a. Velocidade de reação - É a capacidade que o indivíduo tem de responder a um estímulo o mais rápido possível. Para medir esse tipo de velocidade, existe, por exemplo, o teste da régua.
b. Velocidade de deslocamento - É a capacidade que o indivíduo tem de se deslocar de um ponto a outro no menor tempo possível. O teste que utilizamos para medir esse tipo de velocidade é o da corrida de 50 metros. Cabe ressaltar aqui que ele deve ser adaptado a cada modalidade desportiva. Por exemplo: a distância a ser percorrida pode ser de 20 metros.
Testes que envolvem potência
A potência é a capacidade de realizar um esforço máximo no menor tempo possível. Também denominada algumas vezes de força explosiva, representa a relação entre o índice de força apresentado por uma pessoa e a velocidade com que ela realiza o movimento.
Normalmente, a potência é aferida através de um único movimento. Entretanto, podemos medi-la através do número de repetições que o indivíduo consegue realizar em um tempo muito reduzido (de 5 a 10 segundos, no máximo).
Exemplos de testes para medir a potência:
1. Sargent Jump Test ou Teste de Impulsão Vertical
2. Arremesso de Medicine-Ball
3. Salto Longitudinal ou Teste de Impulsão Horizontal
Testes que envolvem agilidade
Agilidade é a capacidade que o indivíduo tem de realizar movimentos rápidos com mudança de direção e sentido.
A força, a velocidade e a flexibilidade são alguns dos fatores que influenciam na agilidade.
Exemplos de testes que medem a agilidade:
1. Teste Shuttle Run
2. Teste da Sinuosa
3. Teste das 3 Faixas
Depois dessa coletânea de testes, resta a você, treinador, marcar no seu planejamento uma data específica para fazer a primeira avaliação e depois, periodicamente, as reavaliações. Os dados servirão para você analisar se o seu treinamento está indo bem ou não.
[ por Gilson Brun ]
Você sabe como a sua equipe chegou ao fim do ano em relação à preparação física?
Que parâmetros você utiliza para averiguar se o seu treinamento deu certo? Você se baseia somente nas vitórias ou faz um acompanhamento periódico?
Existem dados do desenvolvimento físico dos seus atletas neste ano que está acabando para que possa analisar os resultados que obteve?
MEDIDA OU AVALIAÇÃO?
Segundo Mathews (1980), medida é o principal meio para se obter informação. Tanto numa situação complexa como numa situação simples, a medida fornece através de processos precisos dados quantitativos que exprimem as qualidades que se deseja medir.
Já a avaliação implica julgamento, estimativa, classificação e é um processo pelo qual, com base nas medidas, pode-se exprimir e comparar critérios. A avaliação julga o quanto foi eficiente o sistema de trabalho adotado.
MONTANDO A BATERIA DE TESTES
Antes de montar a bateria de testes que vamos aplicar em nossa equipe, devemos responder a uma simples pergunta: O que vamos medir? Quais são as valências físicas importantes no nosso esporte?
Devemos também levar em consideração alguns aspectos referentes aos testes:
Padronização - O teste deverá ter instruções claras e precisas para que qualquer pessoa possa aplicá-lo sem problemas.
Confiabilidade ou fidedignidade - Refere-se à consistência da medição de qualquer teste dado. Ou seja, se num teste feito com um grupo de pessoas obtemos determinado resultado, devemos chegar a esse mesmo resultado se o teste for repetido com esse grupo em outra ocasião. Subentende-se, naturalmente, que nesse meio tempo não se fez nada que causasse no grupo qualquer alteração qualitativa em relação ao fator a ser medido.
Validade - O teste deve medir o que é destinado a medir.
Objetividade - O teste deve produzir resultados consistentes mesmo quando aplicado por pessoas diferentes.
Viabilidade - O teste deve ser prático, atendendo à disponibilidade de local e material.
Normas - O teste deve fornecer meios de comparação, como escalas, médias, desvios-padrão, etc.
A ESCOLHA DOS TESTES
Geralmente, o propósito de realizar testes é obter informações quantitativas que possam propiciar uma avaliação do desempenho de cada atleta após determinado período de tempo e também comparações entre os atletas.
Os testes caracterizam-se pela realização de uma tarefa, conduzida em um ambiente que procura simular situações capazes de solicitar predominantemente determinada capacidade.
Testes que envolvem resistência cardiorrespiratória
A resistência cardiorrespiratória é a capacidade do organismo humano de suprir aerobicamente o trabalho muscular, associada à capacidade dos tecidos de utilizar o oxigênio na sustentação do esforço físico intenso e de duração mais ou menos prolongada, em que a energia necessária para a realização desse exercício provém principalmente do metabolismo oxidativo.
Qualquer teste idealizado para solicitar progressivamente maior gasto energético e que exija um esforço físico por um tempo suficientemente longo deverá produzir informações quanto à resistência cardiorrespiratória. Contudo, ao se admitir que a resistência cardiorrespiratória deverá refletir a capacidade do indivíduo em transportar oxigênio associada à sua utilização em nível muscular, tem-se de levar em conta que seus índices variam, dependendo do tipo de atividade que provocou o esforço físico e os grupos musculares envolvidos.
Exemplos de testes que medem a resistência cardiorrespiratória:
1. Teste de 12 minutos ou de Cooper
2. Teste dos 2.400 metros
3. Teste da caminhada de 1.600 metros
4. Teste de Astrand
5. Teste de Harvard
6. Teste de Balke
Como nos testes de resistência cardiorrespiratória o atleta pode atingir esforço máximo, é importante que ele seja antes submetido a um exame médico para avaliar sua condição de saúde em função do esforço que lhe será exigido.
Testes que envolvem força/resistência muscular
Se definirmos força como o nível máximo de tensão que pode ser produzido por um grupo muscular e resistência muscular como a capacidade desse mesmo grupo em manter os níveis máximos de força por determinado período de tempo, as tarefas para a avaliação dessas capacidades serão semelhantes, mas com ênfases diferentes.
A força muscular é, das valências físicas, uma das mais importantes, pois é ela indispensável na realização de qualquer tipo de movimento, do mais elementar ao mais complexo. Já a resistência muscular localizada (R.M.L.) é muito importante para a manutenção e melhoria da qualidade de vida das pessoas.
O Teste de Peso Máximo (T.P.M.), também chamado de Teste de Repetição Máxima, (1.R.M.) é o mais conhecido (e discutido) para se medir a força.
Podemos medir a R.M.L. de três formas, dependendo da variável a ser observada:
a) Fixa-se o tempo e mede-se o número de repetições executadas nesse tempo.
b) Fixa-se o número de repetições e controla-se o tempo necessário para executá-las.
c) Conta-se o número máximo de repetições executadas até a exaustão, de forma contínua.
Como exemplos temos:
1. Apoio de Frente sobre o Solo (Flexão de Braço)
2. Teste de Abdominal
3. Puxada na Barra Fixa
4. Suspensão na Barra Fixa
Testes que envolvem flexibilidade
Entende-se como flexibilidade a capacidade de uma articulação realizar movimentos de uma posição em extensão para uma de flexão e vice-versa, medindo-se o grau de amplitude de movimento dessa articulação.
A flexibilidade pode ser medida de três formas:
a. Medida angular - Mede-se a flexibilidade por meio de instrumentos específicos, como o goniômetro e o flexômetro, que nos fornecem os valores em graus. Contudo, ao utilizarmos esses aparelhos não podemos ignorar o aparecimento de alguns problemas metodológicos que podem prejudicar a medição.
b. Medida linear - Com trenas metálicas ou réguas, mede-se a flexibilidade pela distância de um ponto do corpo a um ponto de referência. O melhor exemplo para sabermos a medida linear é o teste de "sentar e alcançar", de Wells, também conhecido como Teste do Banco de Wells.
c. Medida admensional - Mede-se a flexibilidade através de valores dados às observações feitas pelo avaliador sobre as amplitudes dos movimentos realizados. Um dos testes utilizado é o Flexiteste de Pavel e Gil.
Testes que envolvem velocidade
Entende-se velocidade como a capacidade de realizar movimentos sucessivos e rápidos, de um mesmo padrão, no menor tempo possível. A avaliação da velocidade tem provocado alguns questionamentos, pois tem uma grande relação com testes que evidenciam outras capacidades, como a potência e a agilidade.
Existem dois tipos de velocidade:
a. Velocidade de reação - É a capacidade que o indivíduo tem de responder a um estímulo o mais rápido possível. Para medir esse tipo de velocidade, existe, por exemplo, o teste da régua.
b. Velocidade de deslocamento - É a capacidade que o indivíduo tem de se deslocar de um ponto a outro no menor tempo possível. O teste que utilizamos para medir esse tipo de velocidade é o da corrida de 50 metros. Cabe ressaltar aqui que ele deve ser adaptado a cada modalidade desportiva. Por exemplo: a distância a ser percorrida pode ser de 20 metros.
Testes que envolvem potência
A potência é a capacidade de realizar um esforço máximo no menor tempo possível. Também denominada algumas vezes de força explosiva, representa a relação entre o índice de força apresentado por uma pessoa e a velocidade com que ela realiza o movimento.
Normalmente, a potência é aferida através de um único movimento. Entretanto, podemos medi-la através do número de repetições que o indivíduo consegue realizar em um tempo muito reduzido (de 5 a 10 segundos, no máximo).
Exemplos de testes para medir a potência:
1. Sargent Jump Test ou Teste de Impulsão Vertical
2. Arremesso de Medicine-Ball
3. Salto Longitudinal ou Teste de Impulsão Horizontal
Testes que envolvem agilidade
Agilidade é a capacidade que o indivíduo tem de realizar movimentos rápidos com mudança de direção e sentido.
A força, a velocidade e a flexibilidade são alguns dos fatores que influenciam na agilidade.
Exemplos de testes que medem a agilidade:
1. Teste Shuttle Run
2. Teste da Sinuosa
3. Teste das 3 Faixas
Depois dessa coletânea de testes, resta a você, treinador, marcar no seu planejamento uma data específica para fazer a primeira avaliação e depois, periodicamente, as reavaliações. Os dados servirão para você analisar se o seu treinamento está indo bem ou não.
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domingo, 1 de agosto de 2010
Já ouviu falar de Odontologia Desportiva ?
Odontologia Desportiva
[ pelo Dentista Hélio Cano ]
A odontologia desportiva é ainda pouco divulgada, não sendo uma especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia, mas sua importância é enorme, pois uma dor na boca pode significar muito mais que uma dor na vida de um atleta, ela pode ser a causa do fim da carreira, porém exames simples e rotineiros podem evitar tal problema.
Os esportistas exigem muito do seu físico e por isso devem ter maiores cuidados com a sua saúde e a saúde bucal não pode ficar de fora deste conjunto.
O rendimento de um atleta pode diminuir por vários motivos:
.Má oclusão (engrenamento de dentes), gera problemas de mastigação, podendo prejudicar a absorção de nutrientes, bem como desequilíbrios musculares
.Dor e desconforto, são suficientes para prejudicar o desempenho e a concentração. Uma simples dor de dente pode fazer a diferença numa prova decisiva.
.Foco infeccioso na boca-Pode se espalhar através da corrente sanguínea, provocando riscos ao coração (endocardite), lesão nas articulações e dificuldade de recuperação das lesões musculares. Um canal aberto significa 17% de queda no condicionamento.
.Respiração bucal. O rendimento físico de um atleta pode ser 21% menor quando comparado com um que respira pelo nariz.
.Hábitos viciosos (Roer unhas e ranger dentes). Abrasão dental e desequilíbrio muscular.
Segundo a National Youth Sports Foundation, cerca de 5 milhões de dentes são perdidos por ano em atividades esportivas.
Segundo a ADA (American Dental Association), pelo menos 200 mil traumas são evitados fazendo-se uso de protetores bucais. O uso destes aparelhos reduz em até 80% o risco de trauma dental.
Cada esportista envolvido em um esporte de contato tem 10% de chance de desenvolver um acidente dental ou oral sem o uso do protetor bucal personalizado e o risco de sofrer um ferimento nos dentes aumenta mais de 60 vezes.
Sendo bem adaptado, o protetor bucal não atrapalha a respiração do atleta, possibilitando uma fala fácil e a ingestão de líquidos sem que precise tirá-lo da boca.
O protetor bucal dura em média um ano, antes e após o uso deve ser lavados em água corrente e armazenados em estojos próprios.
Muitas pessoas que apresentam dores nas costa são tratadas pelo médico como problema muscular, sendo que a causa pode ser odontológica. Neste caso, a dor não melhora e o atleta e o médico não entendem o porquê da não recuperação.
Quando uma pessoa tem um problema na boca, pode levar até duas vezes mais tempo para se recuperar, pois o sistema de defesa do organismo ficará dividido entre a lesão da boca e a física.
Por isso, ir ao dentista regularmente deve ser incluído no processo de preparação de um atleta, para que este tenha sempre as melhores chances de conseguir um excelente desempenho durante as competições.
[ pelo Dentista Hélio Cano ]
A odontologia desportiva é ainda pouco divulgada, não sendo uma especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia, mas sua importância é enorme, pois uma dor na boca pode significar muito mais que uma dor na vida de um atleta, ela pode ser a causa do fim da carreira, porém exames simples e rotineiros podem evitar tal problema.
Os esportistas exigem muito do seu físico e por isso devem ter maiores cuidados com a sua saúde e a saúde bucal não pode ficar de fora deste conjunto.
O rendimento de um atleta pode diminuir por vários motivos:
.Má oclusão (engrenamento de dentes), gera problemas de mastigação, podendo prejudicar a absorção de nutrientes, bem como desequilíbrios musculares
.Dor e desconforto, são suficientes para prejudicar o desempenho e a concentração. Uma simples dor de dente pode fazer a diferença numa prova decisiva.
.Foco infeccioso na boca-Pode se espalhar através da corrente sanguínea, provocando riscos ao coração (endocardite), lesão nas articulações e dificuldade de recuperação das lesões musculares. Um canal aberto significa 17% de queda no condicionamento.
.Respiração bucal. O rendimento físico de um atleta pode ser 21% menor quando comparado com um que respira pelo nariz.
.Hábitos viciosos (Roer unhas e ranger dentes). Abrasão dental e desequilíbrio muscular.
Segundo a National Youth Sports Foundation, cerca de 5 milhões de dentes são perdidos por ano em atividades esportivas.
Segundo a ADA (American Dental Association), pelo menos 200 mil traumas são evitados fazendo-se uso de protetores bucais. O uso destes aparelhos reduz em até 80% o risco de trauma dental.
Cada esportista envolvido em um esporte de contato tem 10% de chance de desenvolver um acidente dental ou oral sem o uso do protetor bucal personalizado e o risco de sofrer um ferimento nos dentes aumenta mais de 60 vezes.
Sendo bem adaptado, o protetor bucal não atrapalha a respiração do atleta, possibilitando uma fala fácil e a ingestão de líquidos sem que precise tirá-lo da boca.
O protetor bucal dura em média um ano, antes e após o uso deve ser lavados em água corrente e armazenados em estojos próprios.
Muitas pessoas que apresentam dores nas costa são tratadas pelo médico como problema muscular, sendo que a causa pode ser odontológica. Neste caso, a dor não melhora e o atleta e o médico não entendem o porquê da não recuperação.
Quando uma pessoa tem um problema na boca, pode levar até duas vezes mais tempo para se recuperar, pois o sistema de defesa do organismo ficará dividido entre a lesão da boca e a física.
Por isso, ir ao dentista regularmente deve ser incluído no processo de preparação de um atleta, para que este tenha sempre as melhores chances de conseguir um excelente desempenho durante as competições.
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